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Última Atualização: 01/Setembro/2010 - 00:32 |
Devido a ações do governo Lula, fim da miséria tem data marcada: 2016
Autor: Assessoria de Imprensa / Dilma 13 | 14/Julho/2010 - 11:26 |
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A realidade recente vivenciada pelo país a partir de 2003, depois que Lula assumiu a presidência do Brasil, reduziu significativamente as taxas de pobreza absoluta e de miséria, levando a um movimento de ascensão social. É o que afirma estudo divulgado na terça-feira (13/07) pelo presidente do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), Marcio Pochmann.
“Entre 1995 e 2008, 12,8 milhões de pessoas saíram da condição de pobreza absoluta (rendimento médio domiciliar per capita de até meio salário mínimo mensal), permitindo que a taxa nacional dessa categoria de pobreza caísse 33,6%, passando de 43,4% para 28,8%”, aponta o estudo do Ipea.
A pobreza extrema (rendimento médio domiciliar per capita de até um quarto de salário mínimo mensal) caiu ainda mais. A pesquisa indica que 12,1 milhões de brasileiros superaram a pobreza extrema, uma redução de quase 50% das pessoas que viviam nesta situação em 1995.
“A taxa nacional dessa categoria de pobreza caiu de 20,9%, em 1995, para 10,5%, em 2008”, revelam os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do IBGE, utilizados na pesquisa do Ipea.
Quando se projeta no futuro a redução nas taxas de pobreza absoluta e extrema, pode-se concluir que, até 2016, o Brasil terá superado a miséria e diminuído a 4% a taxa nacional de pobreza absoluta.
Bolsa Família e a redução da pobreza
Elogiado e adotado em vários países, o Bolsa Família é o maior Programa de transferência de renda do mundo. E um símbolo do compromisso do governo Lula com a melhoria da qualidade de vida da população mais carente. Criado em outubro de 2003, o Programa atende 12,6 milhões de famílias cuja renda per capita não ultrapassa os R$ 140 mensais.
Os benefícios variam entre R$ 22 e R$ 200, de acordo com a renda familiar mensal e a quantidade de crianças e adolescentes de até 15 anos (até três por família) e jovens de 16 e 17 anos (até dois por família).
Os recursos são repassados diretamente às mulheres, por meio de cartão eletrônico. O recebimento é vinculado ao cumprimento das metas de frequência escolar dos filhos e cuidados com a saúde.
O mais recente monitoramento de frequência escolar do Bolsa Família, referente aos meses de fevereiro e março, aponta que 95% dos 14,117 milhões de crianças e jovens beneficiados pelo Bolsa Família cumprem a frequência exigida pelo Programa - 85% das aulas para alunos de até 15 anos e 75% para adolescentes de 16 e 17 anos.
Além disso, entre 2004 e 2006, o Bolsa Família foi responsável por cerca de 20% da queda da desigualdade de renda e pela redução de 86% na faixa de pobreza adotada pelo Programa.
Outra preocupação do Bolsa Família é promover a qualificação profissional dos seus beneficiários. Para isso foi criado o Programa Próximo Passo, cuja meta é qualificar 145 mil trabalhadores na área da construção civil e 25 mil na área de turismo e hotelaria.
Com informações do Site Dilma 13
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